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Encravada no centro do mundo, Astan, a Cidade Sagrada, é uma intrincada interface entre Ocidente e Oriente. A cidade é o coração pulsante da Rota da Seda, a via mercantil formada pelo encontro entre as caravanas vindas do extremo Oriente e as Companhias de Comércio estrangeiras. Administrada por colonizadores ocidentais que não compartilham nem religião, tampouco o idioma com os habitantes locais, a cidade é um caldeirão de interesses divergentes.
Priti Kandel é investigadora de homicídios da polícia de Astan.
Diante de si, ela tem um caso de alta repercussão: um poderoso homem de negócios foi assassinado e cabe a ela solucionar o crime.
Em Astan, porém, nada é simples.
A investigação toma um rumo inesperado e Priti não apenas mergulha nos conflitos que permeiam a cidade, mas também é confrontada com algo cuja mera existência é uma afronta às suas convicções mais fundamentais. Enquanto tudo e todos se voltam contra ela, o único aliado com quem pode contar é também o mais improvável: um ocidental cheio de segredos, mas que parece disposto a tudo para mantê-la a salvo. Quando Priti enfim descobre a natureza do que está enfrentando, compreende que não é apenas Astan que está ameaçada — é a existência do mundo, tal como ela conhece — que pende por um fio.
Terceiro Saber mistura fantasia urbana com romance policial, em uma trama complexa que se desenrola em ritmo desesperado. É sobre tolerância, amor e tempo perdido. Também é sobre como o sacrifício das pessoas comuns pode ser a última esperança em um mundo prestes a ruir.

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Sobre a ilhota se erguem apenas a casa e o farol.

Todo o resto é vastidão. O mar sem fim que veste o mundo.

Samir é um prático, alguém que guia os navios em segurança até o porto. A sua vigília — e a sua vida — se passam na ilhota. Ambos, homem e rocha, prestam contas apenas para céu e mar.

Após quarenta anos no mar, a tormenta que Samir agora enfrenta é de um tipo diferente. A intempérie que se aproxima é interna, insidiosa, mas, ainda assim, devastadora: Samir está se esquecendo das coisas.

Enquanto assiste ao ocaso da própria mente, Samir é confrontado pela realidade de um mundo que está mudando e se tornando cada vez mais perigoso. Será possível continuar navegando em meio às ameaças que não param de se multiplicar?

O mar que veste o mundo é sobre o diálogo intraduzível que ocorre entre velejador, céu e mar, e como essa linguagem pode nos socorrer nos momentos mais difíceis. Também é sobre amizade e a definição do que é um porto seguro.

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